Depois do acidente, a empresa informou que o avião-UTI até o Brasil custaria US$ 100 mil, ou R$ 214 mil. Logo, os R$ 86 mil contratados não cobririam nem a metade do custo. “Eu e meu irmão começamos procurar um jeito de pagar o avião para o transporte de nossa mãe”, declara Cláudia Ildefonso, filha de dona Maísa. Mas, pouco depois, o preço aumentou, conta ela. “Houve um erro na cotação. A cotação, 100 mil. Eram euros, não eram dólares”, completa Cláudia.

Nesse contexto, alguns representantes do mercado de seguros, esclareceram as dúvidas mais comuns dos consumidores.

Aline Coropos, da Federação Nacional de Previdência Privada (FenaPrevi), ressaltou que a assistência viagem e o seguro-viagem contam com coberturas totalmente distintas. “A assistência à viagem oferece uma rede credenciada. No caso do seguro, além de ter esse tipo de atendimento, você conta também com a opção de escolha da clínica que você deseja, e pode pedir reembolso ao chegar no Brasil”, explica.

Sobre o assunto, o professor da Escola Nacional de Seguros, Lauro Faria, contou que nem tudo pode ser coberto pelo seguro. “O seguro viagem não cobre, por exemplo, doenças pré-existentes”. Ele conta ainda, que entre as contratações, não pode faltar a cobertura de morte e invalidez por acidente. “O resto são coberturas adicionais, que podem ser ou não acrescentadas”, alerta.

É importante explicar ao agente de viagens ou ao representante do plano tudo o que o passageiro pretende fazer no passeio. “Saber o que o indivíduo vai fazer na viagem é fundamental para o corretor ou especialista poder indicar a ele qual é o perfil de risco que ele tem”, conclui Faria.

17/06/2013 / Fonte: CQCS | Crislaine Cambuí

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