Maior parte dos automóveis de passeio que rodam no Brasil é de tração dianteira. Ou seja, em tese, esses carros poderiam ser rebocados com as rodas dianteiras levantadas e as traseiras rodando, quando acontece especialmente em situações em que o guincho já está com um carro na plataforma. Mas o motorista precisa ter certeza de que a tração é dianteira. Em caso de dúvida, é melhor não arriscar. A tração traseira é mais comum em camionetes e em SUVs.

“Se as rodas de tração permanecerem no solo, no caso de um rebocamento, esse procedimento irá avariar ou comprometer a tração. Ou seja, se você já tinha um problema, pode chegar à oficina com dois bem graves”, diz Gerson Burin, analista técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil), em São Paulo.

Se for extremamente necessário levar rodando um carro com transmissão automática, o motorista deve colocar a alavanca no posição “N”. Mas ele não pode rodar mais do que três ou quatro quilômetros assim, sob o risco de danos nos componentes da caixa de câmbio.

 

 

10/07/2013 – TERRA / CQCS

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