Este é um dilema que aflige a todos, inclusive a nós, os profissionais de seguros. Então vamos começar do básico, ou seja, para que serve o seguro. De uma forma simplista o seguro deve apenas “repor” os bens. Ninguém pode lucrar com o recebimento de indenizações. Assim, calcular o seguro de residência pelo o preço de venda é um erro comum, pois a seguradora não está “comprando” sua casa. Ela pagará apenas pela reposição. Fazer um seguro com valor maior nada adianta. Você só perde dinheiro com isso. Uma casa simples de 2 quartos no bairro do Leblon (o m² mais caro do país), Rio de Janeiro, pode valer 10 a 20 vezes mais se esta mesma casa estiver em uma cidadezinha do interior, porém o custo de construção é quase o mesmo! Tijolo, pedra, tinta, cimento, mão de obra e demais serviços e insumos necessários à uma construção sofrem pouca variação de um local para outro, diferentemente do preço de venda. A dica é a seguinte: veja quantos metros quadrados sua casa tem e consulte os órgãos de engenharia e sindicatos da construção civil de sua região. Eles normalmente possuem os custos médios de construção em seus sites, disponíveis para qualquer um. Talvez em todos os estados exista o seu “SINDUSCON” , sindicato da construção civil. Procure na internet por Sinduscon SP, RJ, MG, PR(…), entre no site e veja se existe o CUB (custo unitário básico). O CUB é uma tabela com os custos do m² por nível e tipo de construção. Muito fácil, basta enquadrar o tipo de residência e multiplicar o valor da construção pela metragem quadrada.

Já a parte interna o cálculo é muito mais complexo. Em um prédio em condomínio podemos encontrar tanto apartamentos finamente decorados, com móveis caríssimos e eletrodomésticos de última geração, como também apartamentos com móveis caindo aos pedaços, eletrodomésticos velhos ou de custo baixíssimo. Não há fórmula. Só você é quem sabe o quanto tudo aquilo custou. Faça uma relação suscinta do que você tem e vá colocando o valor ao lado. Some tudo e coloque uns 15% de extras. Pronto. Caso encerrado.

Para as outras coberturas como Vendaval, Danos Elétricos, Impacto de veículos, Roubo de bens, etc., as seguradoras estabelecem limites proporcionais à cobertura de incêndio (básica). Estes limites são bem razoáveis e atendem muito bem. Converse sempre com seu corretor a respeito destas coberturas e seus limites. A INDÚSTRIA DO SEGURO tem pessoal especializado para lhe fornecer a melhor assessoria na contratação correta de seu seguro.

A última dica é sempre incluir a perda inflacionária. Explico: quando você vai fazer o seguro é informado o custo, porém a apólice tem, normalmente, um ano de vigência. Se houver uma inflação grande no período e alguma coisa acontecer no final de vigência de sua apólice, você pode sofrer perdas. Coloque sempre uma margem de segurança.

Nunca deixe de contratar o seguro de sua residência, é muito mais barato que você imagina.

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