Mas o pior aconteceu. Após sofrer um acidente e capotar o carro, até que Antônio pudesse arcar com o reparo do veículo deixou o veículo encostado por quase seis meses. “Pra consertar o carro, desamassar e alinhar, gastei quase três mil reais. E ainda faltam a pintura e alguns reparos pequenos. Na época, passei a pegar o ônibus. Se fosse hoje, nem imagino o que faria, pois dependo ainda mais do carro pra trabalhar”, afirma.

Pro corretor de seguros Fernando Allessi tudo isso poderia ter sido evitado caso Antônio tivesse o carro segurado. “Em todos os casos, obter um seguro traz benefícios. Isso porque não conseguimos prever o que irá acontecer amanhã e devemos estar preparados. No caso de seguro pra carros, busco criar um perfil real pro cliente pra que ele obtenha o melhor plano dentro da realidade de uso do seu automóvel”, diz Fernando.

Mercado está em alta

O mercado de seguros pra automóveis prevê um crescimento de 7% neste ano. Com mais de 300 mil carros segurados no Paraná, o diretor de automóveis da HDI Seguros, Fabio Leme, acredita que a paixão do brasileiro por carros tem sido o grande responsável por esse crescimento. Mas pra quem irá atrás de um seguro é preciso ter em vista o que pode ser feito pra reduzir o valor.

“Na hora que a pessoa procura um corretor, ele deve informar tudo sobre o automóvel. A região onde mora, o local onde trabalha ou estuda, se o carro fica estacionado na rua ou em ambiente particular, quantas pessoas utilizam o veículo, se há dispositivos de segurança, se é o único carro da pessoa, se o veículo é utilizado pra viagens. Na HDI temos planos que o próprio corretor irá montar de acordo com a pessoa pra que o custo seja dentro da realidade e acessível”, conta.

Segundo Fabio Leme, nessa hora é possível dispensar serviços desnecessários. “Caso a pessoa já tenha dois carros, ela pode retirar o veículo substituto. Isso gera uma redução. Ou mesmo se ela não utiliza o carro para viagem, isso significa que não haverá necessidade de guincho grandes distâncias”, diz.

Outro ponto que pode ser negociado é o valor da franquia. “Quando a franquia é muito baixa, normalmente o valor do seguro é alto, já que qualquer batida, a seguradora será acionada. Quando a pessoa eleva a franquia pra reparar apenas acidentes graves, isso também implicará na redução do valor do seguro, com certeza”, aponta.

Vale a pena sempre!

Pra diretora do setor de ciências sociais aplicadas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Ana Paula Cherobim, é indispensável se ter um seguro. “Vivemos em uma sociedade muito insegura, seja pelo grande número de assaltos e furtos, como pelos acidentes.

Além disso, ao se envolver numa colisão, não sabemos se a pessoa terá como arcar com o custo. Ou até mesmo nós podemos acertar algum veículo que o reparo esteja fora do nosso orçamento. Em geral, pouquíssimas pessoas conseguem juntar o valor de um carro novo por ano. Caso a pessoa utilize pouco o seguro ela passará a ter reduções e com o tempo compensará”, explica Ana.

Fonte: Paraná On line

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