Mesmo assim, o analista de sistemas Gabriel Correa Moledas Xavier prefere pagar pelo seguro. Por ano, R$ 1,8 mil saem de seu bolso por causa da Honda CG 150 cilindradas, avaliada em R$ 7 mil. A franquia é de R$ 900,00. “Quando me assaltaram, eu entreguei a moto imediatamente. Se eu não tivesse seguro, poderia ter tido uma reação diferente”, diz. Ele também foi furtado duas vezes. Não apenas a violência preocupa. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), com 23 milhões de motocicletas, a frota de motos no País correspondia a 27% do total geral em 2014. No entanto, o seguro DPVAT pagou, em 2014, 580 mil indenizações envolvendo motocicletas, o que correspondeu a 76% do total.

Orientações

Na hora de contratar um seguro para motocicleta, é importante observar se está prevista no contrato a cobertura de riscos de colisão e incêndio, a responsabilidade civil em caso de bater a motocicleta e precisar acionar o seguro para terceiros. Também se devem ler as cláusulas de exclusões – itens que a seguradora não cobre. “É importante ter cobertura de danos ao passageiro do próprio veículo, pois não são todas as seguradoras que a ofertam no mercado”, explica a técnica da Proteste Gisele Rodrigues.

Fonte: A Tribuna

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