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Os Riscos de Contratar Uma Cooperativa Veicular: O Guia Definitivo

Os Riscos de Contratar Uma Cooperativa Veicular: O Guia Definitivo

Este é o guia definitivo para que você entenda quais os riscos de contratar uma cooperativa veicular. Fique atento para não cair nas ciladas quando for pagar pelo seguro de seu carro.

Aqui no blog já escrevi um pouco sobre as cooperativas veiculares e o seguro normal. Nos posts expliquei o que significa cada um e fiz uma listagem com as principais diferenças.

Também chamei sua atenção para tomar todo o cuidado na hora de contratar um seguro. Todas as informações você poderá obter a partir dos seguintes artigos:

O que são cooperativas de veículos

Qual a diferença de cooperativa de veículos e um seguro veicular normal

O Que São Essas Cooperativas De Veículo? 

As cooperativas de veículo referem a um grupo de pessoas que se juntam para criar e manter um fundo financeiro com o intuito de indenizar sinistros.

Apesar da ideia ser muito boa, infelizmente não existem garantias como as que você encontra em uma seguradora que oferece um seguro veicular normal.

De forma muito básica, as cooperativas ou associações veiculares oferecem a proteção de seu veículo a partir de uma indenização quando ocorre algum sinistro, mas nada de forma legal.

As cooperativas têm atraído muita gente, isso porque garantem valores mais baixos e os mesmos serviços prestados por uma seguradora autorizada pela SUSEP.

Então, os membros desse grupo pagarão mensalmente uma taxa, cujo valor arrecadado servirá para cobrir as despesas diante de alguma necessidade relativa a um veículo de algum membro.

Infelizmente nem tudo acontece conforme planejado. O valor arrecadado irá depender da quantidade de membros que colaboram mensalmente.

Isso significa que quando acontece algum sinistro, poderá não ter em caixa um valor suficiente para indenização.



Quais Os Riscos de Contratar Uma Cooperativa Veicular

Você viu logo acima que o grande risco é não ter dinheiro suficiente em caixa para pagar as despesas diante de algum sinistro que ocorrer.

Porém, cabe destacar que não se resume a apenas esse risco. Existem muitas situações que você ficará na mão caso faça a opção pelo seguro de uma cooperativa veicular.

Na sequência, vou fazer a listagem dos principais riscos que você irá correr se contratar a proteção veicular em uma cooperativa de veículo.


Riscos No Contrato de Uma Cooperativa Veicular


Ilegalidade Na Operação e Comercialização De Seguros


O título deste item já é suficiente para chamar totalmente sua atenção. Afinal, ninguém quer ser amparado por uma operação ilegal.

A verdade é que para uma seguradora operar dentro do comércio de seguros é preciso ter autorização da SUSEP, que é a Superintendência de Seguros Privados.

Trata-se de um órgão do Governo Federal criado para fiscalização, controle e normatização do mercado de seguros no Brasil.

Destaco que as cooperativas de veículo não são autorizadas pela SUSEP para comercializar Seguros. É justamente por esta razão que existe ilegalidade na operação.

De acordo com a SUSEP, qualquer Associação ou Cooperativa que oferecer proteção veicular para uma pessoa, está fora da lei.

O grande problema nisso é que caso exista algum problema ao longo da operação, então o membro não poderá se defender judicialmente.


Não Existem Garantias Que Deixe Você Seguro 

Por incrível que pareça as cooperativas não oferecem as garantias que possam deixar você totalmente seguro, mesmo que esteja pagando normalmente de forma mensal.

O que é comum acontecer é que em algum sinistros, sejam eles os acidentes, os roubos, os assaltos ou incêndios, o proprietário do veículo não terá a proteção necessária diante dessas situações.

A verdade é que um seguro através de uma associação veicular não oferece as garantias que uma seguradora autorizada pode oferecer.

 

Não existe amparo no código de Defesa Do Consumidor

Qualquer consumidor poderá se valer do Código de Defesa diante de uma situação em que se sentir injustiçado. Porém, existem exceções.

A grande exceção é quando você faz uma operação em que esta não está amparada no código de defesa do consumidor. Esse é o caso de contratar um seguro em uma seguradora do tipo cooperativa.

Isso se explica justamente pelo fato de que estas instituições agem fora da lei, sem sequer dar as explicações necessárias para seus membros, como por exemplo, informar datas para indenização.

Imagine que uma seguradora oficial tem estabelecido um prazo de reembolso de 30 dias, e a SUSEP estará em cima fiscalizando o cumprimento desta regra.

Porém, como não existe autorização para uma associação funcionar, então a SUSEP não terá como verificar o cumprimento de prazos por parte de uma cooperativa veicular.

Sabe o que isto pode significar ainda mais? Que para você ser indenizado poderá esperar muito tempo, ou seja, muito além daqueles 30 dias que uma seguradora oficial oferece.

O problema pode se estender ainda mais: Existem casos em que determinado membro nem sequer foi indenizado!

O fluxo de caixa é variável

A SUSEP exige que as seguradoras oficiais tenham em caixa o suficiente para arcar com seus compromissos diante dos sinistros ocorridos com seus segurados.

Isso significa que uma seguradora só poderá operar com a venda de apólices de seguro se tiver em caixa os recursos necessários para indenizar os clientes.

Porém, com as cooperativas veiculares a coisa é diferente. Não existe regulamentação nesse sentido, e por esta razão essas instituições não possuem uma reserva de caixa.

Isso significa que você só receberá indenização caso exista algum valor em caixa. Vale destacar que mesmo existindo valores, mas se for abaixo dos gastos, então você não receberá o equivalente ao que deveria receber.


Possibilidade de falir a qualquer momento

Como em uma cooperativa veicular não existe fluxo permanente de caixa, então certamente um dos grandes riscos de contratar uma cooperativa desse tipo é a possibilidade de perder tudo diante de uma falência.

Isso pode ser explicado pela falta de dinheiro em caixa, ou ainda pela má administração da associação.


Atendimento Deixa a Desejar

As seguradoras oficiais possuem atendimento todos os dias e em qualquer hora. Porém, o mesmo não acontece com as associações veiculares.

Por se tratar de uma instituição bem menor, com pouca infraestrutura, então não existe pessoal apto e disponível para atender todos os dias e em qualquer hora.

Como um sinistro não tem data e hora para ocorrer, poderá acontecer que você fique na mão no momento em que mais precisar da cooperativa veicular.


Resumindo

Neste guia definitivo você aprendeu quais os riscos de contratar uma cooperativa veicular. Esses vão desde a ilegalidade da operação até o fato de você ficar sem atendimento quando mais precisar.

Por esta razão, é sempre bom você ficar atento antes de bater o martelo sobre a contratação de um seguro veicular.

Nossa indicação é que você faça opção pela seguradora autorizada pela SUSEP. Assim, você, seu veículo e terceiros estarão devidamente assegurados e garantidos.

A gente vai ficando por aqui em mais um post informativo. Vale lembrar que a Mais Credit Consultoria trabalha para te ajudar em problemas relativos aos seus contratos e veículos.

Se precisar de uma ajudinha para quitar seu contrato de financiamento veicular, ou para recuperar o seu veículo apreendido, então não perca tempo e fale com nossos consultores.

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Empresas ainda não têm cultura de seguros ambientais

Empresas ainda não têm cultura de seguros ambientais

O assunto foi tema do seminário “Riscos e Seguros Ambientais – Legislação, Áreas Contaminadas, Transportes, Indústria, Resíduos Sólidos. O Poder Público e a Iniciativa Privada na Busca de Políticas Públicas Adequadas”, realizado em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA), no dia 12 de novembro, na capital paulista.


Segundo Fabio Barreto, subscritor sênior de Riscos Ambientais da ACE Seguros, entre 2004, quando foi emitida a primeira apólice de Seguro Ambiental específico no Brasil, e 2010, havia entre 20 e 25 contratos. Entretanto, o segmento cresceu mais de 150% desde então, impulsionado, principalmente, pelos seguros voltados exclusivamente aos riscos de transportes rodoviários de mercadorias.


Os Seguros para Riscos Industriais também crescem, mas de forma mais lenta. Outra atividade que tem registrado aumento foi o Seguro Ambiental para Empreiteiros, com destaque para situações de riscos relacionados à descontaminação e limpeza de áreas poluídas ou que contêm material poluente já conhecido e certo.


Já o Seguro Garantia Ambiental, que prevê o cumprimento do cronograma dos projetos de recuperação ambiental determinados por termo de ajuste de conduta (TAC), tem menor espaço no mercado nacional. Tânia Heydenreich, diretora de Contratos Não Vida da Munich Re, informou que, nos últimos 10 anos, foram emitidas, no máximo, cinco apólices desse tipo.


Seguro Garantia Ambiental não é produto de prateleira

A falta de atendimento das empresas aos critérios mínimos de subscrição exigidos pelas seguradoras é um dos fatores que dificulta a expansão dessa carteira do seguro garantia no Brasil. Outro obstáculo enfrentado pelas companhias de seguros é o risco moral inerente ao produto: a seguradora analisa, na proposta do seguro, se a empresa tomadora terá, de fato, condições de realizar a operação de descontaminação conjuntamente com o Poder Público, que, no Seguro Garantia, é o segurado da apólice. Não havendo condições, a seguradora não aceita a proposta.


Segundo o advogado Walter Polido, coordenador do evento, quem contrata o Seguro Garantia não será indenizado diretamente em caso de acidente ambiental. “Este seguro garante a obrigação de fazer do tomador do risco. As consequências do acidente e a indenização referente à recuperação do meio ambiente afetado são objeto do Seguro Ambiental específico”.


“No Seguro Garantia tradicional o tomador tem interesse em concluir o projeto por este gerar uma receita direta. Já no Seguro Garantia Ambiental o tomador pode não ter interesse financeiro direto, o que pode resultar em alto risco moral. Esse não é um produto de prateleira, por isso a seguradora precisa ter cautela”, explicou Heydenreich.


Um comportamento frequente de quem contrata apólice para riscos ambientais é a falta de compreensão das exposições ambientais de suas atividades. Em razão disso, podem contratar limite abaixo do que seria necessário para remediar as áreas porventura poluídas em acidentes. A negligência na gestão dos riscos é também muito comum, principalmente no transporte rodoviário de cargas.

Dados da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB), ligada à SMA, indicam que 59% dos acidentes ambientais no Estado de São Paulo acontecem em rodovias. “Muitos motoristas dirigem em velocidade acima do limite permitido ou com peças desgastadas. A seguradora não pode compactuar com isso, pois estaria prestando um desserviço à sociedade”, conclui Claudia Santos, consultora Jurídica da HDI.

“Para a legislação, não importa quem paga a conta, desde que a reparação seja feita”


Em alguns casos, se não houver efetivo controle das operações do negócio a seguradora pode arcar também com custos de remediação além dos negociados na apólice. “Isso seria indevido, pois a apólice somente garante aquela quantia determinada pelo segurado”, explica Polido.


Segundo José Eduardo Lutti, da SMA, em razão do princípio da solidariedade no Direito Ambiental, que responsabiliza qualquer pessoa física ou jurídica beneficiada com o negócio, mesmo aquele que não tem Seguro Ambiental pode ser responsabilizado pelo pagamento integral do dano causado, ainda que a sua participação no evento tenha sido pequena.


“Para a legislação, não importa quem paga a conta, desde que a reparação seja feita”, afirmou Lutti. Já para Rogério Vergara, garantir o sucesso da remediação inviabilizaria o produto Seguro Garantia Ambiental, uma vez que a vigência e o valor seriam indeterminados. “Háno mercado a intenção de desenvolver esse produto, falta estabelecer a estrutura legal para que essa apólice exista de maneira eficaz. Nenhuma seguradora garantirá o risco do sucesso da recuperação ambiental e este ponto deve ficar bastante claro na legislação e também nos clausulados das apólices pertinentes”, disse.


No âmbito dos Seguros Ambientais específicos para o setor industrial, Nathália Gallinari, da AIG, e Fábio Barreto, da Ace, discorreram sobre as possibilidades de enquadramentos e das mais variadas atividades empresariais. Esse seguro, que surgiu nos anos 1980, nos Estados Unidos, tem, atualmente, a possibilidade de ser contratado também no Brasil.


José Luis Herráiz, diretor gerente do Pool Espanhol de Riscos Ambientais, que reúne várias seguradoras e ressegurados, abordou o funcionamento do pool na Espanha, lembrando que o Seguro Ambiental se apresenta entre as opções de garantias financeiras determinadas na União Europeia, além da fiança bancária e do fundo próprio de reserva

Fonte: Escola Nacional de Seguros

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Motorista alcoolizado que se envolve em sinistro, tem direito ao seguro do veículo?

Motorista alcoolizado que se envolve em sinistro, tem direito ao seguro do veículo?

Em contestação, a empresa afirmou que o risco do sinistro foi agravado pela própria conduta do autor que dirigia embriagado, motivo que a desobrigaria de pagar o prêmio, conforme previsto no Código Civil e em uma das cláusulas contratuais da apólice.


A cópia do inquérito policial sobre o acidente foi anexado aos autos. De acordo com o documento, “as pistas estavam molhadas, mas sem obstáculos que impedissem o deslocamento dos veículos (…). Por motivos que não se pode precisar materialmente, o condutor perdeu o controle da direção, o que resultou na saída da pista, invasão do canteiro central e da pista de sentido norte-sul da Avenida W3 Sul, na qual se ofereceu à colisão com o ônibus que por lá trafegava.”


O teste de alcoolemia acusou alta concentração de álcool no organismo do condutor, de 1,16 mg/L de álcool no ar expirado, o que segundo o laudo corresponde a 1,72 g/L de álcool no sangue. Tal concentração, segundo o mesmo laudo, está relacionada com o seguinte estado clínico:

– 0,9 a 2,5 – Excitação, instabilidade das emoções, incoordenação muscular, menor inibição, perda do julgamento crítico.


Ao sentenciar o processo, o juiz da 1ª Vara Cível de Brasília julgou improcedentes os pedidos do autor. De acordo com o magistrado de 1º grau, “há indícios concretos indicativos de que a causa relevante e direta para o acidente não foi a irregularidade da pista, como alega o autor, mas sim sua debilidade para conduzir o veículo provocada pelo estado de embriaguez.”

 

Em grau de recurso, o autor também não logrou êxito na via Judicial. De acordo com o relator, “o nexo de causalidade entre a sua conduta e o sinistro é irrefutável, sendo legítimo à ré se obstar da cobertura securitária porque o autor, de fato e no mínimo, dado o seu estado de embriaguez, concorreu para o agravamento do sinistro.


A decisão do colegiado foi unânime e não cabe mais recurso no âmbito do TJDFT.

Fonte: CQCS / Tribunal de Justiça do Distrito Federal

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Pandemia fez aumentar procura por seguro auto mais enxuto, mostra levantamento

Pandemia fez aumentar procura por seguro auto mais enxuto, mostra levantamento

Queda de renda e aumento de incertezas mudaram perfil dos seguros de carros, e preço médio das renovações caiu 15%, segundo ‘insurtech’ Tex
 

A queda de renda e o aumento de incertezas causados pela pandemia de covid-19 alteraram o perfil dos contratos de seguro automotivo no país, com aumento de 45% nas contratações de seguros mais enxutos, que cobrem apenas eventos de roubo e furto, na comparação entre novembro e março.


Essa é a principal conclusão é de um levantamento da “insurtech” (start-up de tecnologia voltada ao mercado segurador) TEx.


O aumento esteve ligado à diminuição do poder aquisitivo e também à redução do deslocamento, comenta Genildo Dantas, gerente de inteligência de dados da TEx: “São fatores que fizeram com que parte dos clientes acabasse abrindo mão do seguro compreensivo que também cobre eventos de colisão”.


Outra mudança de comportamento analisada pela TEx foi um aumento no número de parcelas. “Antes da pandemia, 38% dos clientes parcelavam o seguro em dez ou mais parcelas. Em novembro, foram 43%”, comenta Dantas.

 




Também houve quedas de 15%, em média, nos preços das renovações de seguro para carros usados, e de 5%, em média, para novos. “A queda dos preços só não foi maior porque as seguradoras trabalham com visão de longo prazo. O preço de um seguro contratado hoje tem que levar em consideração a projeção para os próximos 12 meses. E existe muita incerteza pela frente”, explica o gerente de inteligência de dados da TEx.


Ele também entende que as seguradoras foram mais incentivadas a se tornarem mais digitais, graças ao fato de que parte das vistorias que antes eram feitas presencialmente passaram a ser realizadas por meio de fotos de celular. “Todas essas mudanças devem reduzir os custos das seguradoras e também aumentar a oferta de produtos mais adequados às necessidades dos clientes”, finaliza.

Fonte: Valor INVESTE

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Homem incendeia carro para fraudar seguro e inicia queimada

Homem incendeia carro para fraudar seguro e inicia queimada

Objetivo do suspeito era receber o dinheiro do seguro do veículo. Chamas se espalharam pela Reserva Biológica de Araras, em Petrópolis

Uma tentativa de golpe contra o seguro do carro acabou se transformando em um desastre ambiental. De acordo com informações do jornal O Diário de Petrópolis, pelo menos 560 hectares de floresta da Reserva Biológica de Araras, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, já foram consumidos pelo fogo desde a madrugada de segunda-feira, 27.

A queimada começou depois que um homem ateou fogo no próprio carro para tentar receber o dinheiro do seguro do veículo. Por volta das 8h, o acusado compareceu a 106.ª Delegacia de Polícia, em Itaipava, para dizer que seu carro havia sido furtado. Mas os policiais desconfiaram da versão dada e começaram a investigar.


Imagens de câmeras de segurança revelaram que o homem havia comprado, no dia anterior, um galão de gasolina em um posto de combustível na cidade de Três Rios. O suspeito foi autuado em flagrante por tentativa de estelionato, uma vez que queria receber o valor do seguro do carro, e também por crime ambiental.

 




Equipes do 15.º Grupamento de Bombeiros (GBM) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) atuam no combate ao incêndio. A reserva biológica estadual preserva os remanescentes da Mata Atlântica na região.


Um outro incêndio está consumindo a mata no Morro do Cobiçado, no Parque Nacional da Serra dos Órgãos (Parnaso), uma unidade de conservação federal de proteção integral. Já foram consumidos 45 hectares da mata, mas as causas do incêndio ainda são desconhecidas. Aparentemente, o fogo começou na região das trilhas de ecoturismo.

© COPYRIGHT 2021, TERRA NETWORKS BRASIL S.A.

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Os carros mais difíceis e caros para consertar

Os carros mais difíceis e caros para consertar

Para ajudar o comprador a gastar menos, o índice Car Group, divulgado pelo Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), analisa o custo de consertos relacionados  a uma batida leve.

O levantamento inclui 40 modelos de 11 montadoras. O Cesvi busca testar veículos que estão entre os mais vendidos do país.

Método

Primeiro, o Cesvi testa como cada modelo reage a uma batida leve (75% das registradas nas grandes cidades). Os veículos de uma mesma categoria passam por testes de impacto em baixa velocidade (15 km/h), nos quais há colisão da dianteira esquerda e da traseira direita.

Depois da batida, o carro é levado a uma oficina, onde são analisados os danos, o tempo e o custo do reparo, além dos preços das peças que terão de ser substituídas.

Cálculo

O conserto do impacto dianteiro tem 60% de peso no índice, enquanto a batida traseira representa 25%. O custo de uma cesta com 15 peças que costumam ser mais danificadas e o valor da mão de obra equivalem a 15% do cálculo.


O indicador varia de 10 a 60. Enquanto classificações maiores do que 35 indicam que o carro é mais difícil e caro para consertar, índices menores do que 25 mostram o contrário: que o veículo é mais fácil e barato para reparar. Em algumas categorias avaliadas, todos os modelos foram considerados difíceis de consertar.

A lista completa com as classificações pode ser consultada no site do CESVI: clique aqui.

Fonte: Exame

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Fuja do seguro pirata, que parece, mas não é

Fuja do seguro pirata, que parece, mas não é

Você conhece o seguro pirata? Sim, pirata porque ele parece com um seguro normal, mas não é. Você pensa que está seguro, mas na hora do problema, descobre que não era do jeito que imaginava. Simples assim, como aquela velha propaganda: parece, mas não é. Ele existe e é mais comum do que se imagina por aí. Maquiado com o nome de “Proteção veicular” e vendido por cooperativas e associações que atuam irregularmente, ele funciona mais ou menos como um consórcio, mas não tem qualquer regulamentação e, portanto, não oferece qualquer garantia aos consumidores.

As principais características da proteção veicular é que o preço normalmente é muito mais baixo que o seguro e a proposta vem acompanhada de alguns benefícios que o seguro regular normalmente não oferece, como rastreador, por exemplo. O crescimento desse tipo de serviço veio na esteira do alto custo do seguro para motos e estas cooperativas e associações aproveitaram o buraco existente onde as seguradoras não conseguiam atender a uma parcela importante dos motociclistas em função do alto preço dos seguros. Então surgiu a proteção veicular, que passou a ser oferecida como se fosse um seguro. Contudo, algumas destas empresas não deixam claro ao consumidor que não se trata de um seguro regulamentado, com garantia de cumprimento do que está na apólice e sob supervisão dos organismos oficiais. Esse é problema para os consumidores, que pensam estar contratando algo que não é como se imaginava.

Seguro muito barato? Desconfie!

A proteção veicular funciona como uma espécie de sistema cooperativo, onde as pessoas pagam um valor mensal de acordo com o veiculo e as coberturas incluídas no plano e esse dinheiro é administrado para pagar as indenizações necessárias. Só que detalhes importantes como o prazo para indenização e a qualidade dos serviços realizados em oficinas credenciadas, por exemplo, podem não ser cumpridos e, como não há qualquer supervisão de órgão oficial sobre este produto ou sobre as cooperativas e associações, muitas vezes o consumidor fica sem qualquer cobertura e não tem nem a quem recorrer. 

Envolto em controvérsias, o assunto já está no Congresso Nacional, que analisa alguns projetos de lei para regulamentar o tema da proteção veicular. Um deles, o PL 3139/15, de autoria do deputado federal, Lucas Vergílio, está mais avançado e, segundo o deputado, a tramitação rápida e sua aprovação tem o objetivo de proteger a sociedade de quem atua irregularmente. “O projeto busca a aprovação da Susep para que as cooperativas possam operar no mercado de seguros”, defende Vergílio, que explica: “Cooperativas e associações que comercializam proteção veicular como se fosse seguro e não cumprem o que prometem, em alguns casos até desaparecendo repentinamente prejudicam a atividade.” São os honestos pagando junto com os desonestos.

 

Renato Assis, procurador geral da AAAPV, Agência de Autorregulamentação das Associações de Proteção Veicular e Patrimonial, conta que as associações que vendem proteção veicular são legalizadas e que não existe crime na atividade, mas apenas falta de regulamentação. O advogado diz também que não há concorrência com as seguradoras. “A proteção veicular atende ao cliente que não tem acesso ao seguro por diferentes motivos, inclusive o custo”, defende Assis.

Em essência, o que se deseja é que a atividade de venda de proteção veicular através de cooperativas e associações seja uma atividade também supervisionada pela Susep – Superintendência de Seguros Privados, assim como é a atividade das seguradoras, que cumprem a Lei 73/66 que regulamenta o setor de seguros. Os especialistas citam que a atividade de cooperativismo e associação pode ser legal, desde que regulamentada, como é, por exemplo, o cooperativismo financeiro que está sob o regramento do Banco Central.

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Os cuidados a serem observados ao contratar um seguro

Os cuidados a serem observados ao contratar um seguro

Alterações

Para alteração das condições contratuais após a emissão da apólice deverá haver concordância das duas partes (segurado e seguradora). No caso de seguros coletivos, alterações dependerão da concordância expressa de 2/3 do grupo interessado.

Busque informações 

Consulte informações sobre a seguradora e o corretor. O ideal é contratar o seguro de um corretor, que conheça o mercado e as melhores condições para as suas necessidades. Só contrate produtos de empresas habilitadas pela Susep. Além de consultar informações no site, informe-se sobre reclamações em entidades de defesa do consumidor e peça indicação de amigos e familiares.

Recusa da proposta pela seguradora 

A seguradora tem o direito de recusar uma proposta de seguro (novo, renovação ou alteração que modifique o risco). Caso não o faça em até 15 dias, o seguro será considerado aceito. A seguradora terá de comunicar formalmente ao segurado a razão que motivar eventual recusa da proposta.

Pagamento do prêmio 

O não pagamento do prêmio (valor que o segurado paga à seguradora para transferir a ela o risco previsto em contrato) sujeitará o segurado à suspensão ou até ao cancelamento do seguro.

 

 

Indenização do sinistro 

A indenização do sinistro deverá ocorrer em até 30 dias, a contar da entrega de todos os documentos básicos apresentados pelo segurado ou beneficiário, que deve exigir o protocolo que identifique a data de recebimento do aviso de sinistro e respectivos documentos.

Coberturas e exclusões 

Assegure-se de que todas as coberturas e exclusões constem do contrato, para que não haja surpresa. Não contrate serviços dos quais não necessite, porque eles serão cobrados, encarecendo o seguro.

Documentação bem guardada 

Guarde todos os recibos, notas fiscais e documentos referentes a despesas que devam ser cobertas pelo seguro. Caso não receba da seguradora, eles serão as provas para exigir ressarcimento em um órgão de defesa do consumidor.

Fonte: O Globo

 

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Você já conhece o consórcio de serviços? Não? Nós te explicamos

Consórcio de serviço: Tudo que você precisa saber

Viagem, festa de casamento, pequena reforma, intercâmbio, tratamento odontológico, cirurgia plástica. Qualquer tipo de serviço que você imaginar pode ser pago com o crédito do consórcio.

Consórcio é uma forma de acesso ao crédito para compra de bens e serviços, em que você define quanto precisa e o tempo máximo para pagamento e contemplação. Por isso, é ideal para quem não tem pressa e se planeja para um sonho a longo prazo.

O consórcio de serviços funciona assim: você contrata um plano e paga parcelas durante um prazo definido em contrato. Todo mês, uma ou mais pessoas são sorteadas e podem utilizar o crédito para contratar o serviço desejado. Também há a oportunidade de ser contemplado ofertando um lance, que funciona como um leilão – quem oferta o maior valor ou percentual, é contemplado. Esse valor é abatido do saldo devedor, ou seja, o lance é um adiantamento de parcelas.

Ao aderir a um grupo cujo contrato está referenciado em serviços, o consorciado tem a liberdade de contratar o serviço que desejar. Mesmo que seu plano inicial seja uma viagem, por exemplo, é permitido a ele utilizar o crédito até para fazer uma pequena reforma em casa. Isso porque todos os serviços pertencem à mesma categoria, de acordo com as regras do Banco Central do Brasil

Escolhido o serviço e aprovadas as garantias (que será um bem e/ou um fiador), você deverá apresentar à administradora os comprovantes da prestação do serviço. Assim, o pagamento será feito diretamente ao prestador.

Como usar o crédito?

Suponhamos que seu desejo seja fazer um intercâmbio. Nesse caso, você poderá contratar, junto a uma agência, pacote com passagem, hospedagem, escola (ou o que preferir) e pagar com o crédito do consórcio. É importante se planejar e escolher um grupo que atenda ao tempo máximo em que você pode esperar para ser contemplado, pois não é possível prever quando você será sorteado ou se seu lance será o vencedor.

Vale lembrar que, como o pagamento é à vista, você pode negociar descontos e benefícios! 

 
Consórcio de serviços, como contratar?

O primeiro passo para adquirir uma cota de consórcio é procurar uma administradora que atue com serviços e seja autorizada pelo Banco Central do Brasil, instituição responsável por normatizar e fiscalizar o Sistema de Consórcios.

Há uma variedade enorme de planos. Logo, você deve pesquisar e comparar para ver o que mais atende ao seu objetivo e à sua capacidade financeira.

Ao aderir a um consórcio, você assina um contrato onde devem constar as informações do grupo, tudo o que foi prometido pelo vendedor, bem como seus direitos e deveres. Por isso, é fundamental ler todo o documento com atenção

Caso ainda tenha ficado alguma dúvida sobre o consórcio de serviços, entre em contato com nosso especialista e aproveite para conhecer mais. Nosso atendimento é gratuito!

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