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Não confunda Proteção veicular com Seguro

Não confunda Proteção Veicular com Seguro

A princípio, a comercialização dos pacotes de proteção veicular teve um crescimento acelerado nos últimos anos. Porém, o que muita gente não sabe à primeira vista, é que proteção veicular NÃO é seguro. Digo isso, porque muita gente contrata sem nem saber da procedência da empresa a qual está contratando para “assegurar” seu veiculo.

Primordialmente o seguro de veículo só pode ser fornecido por empresas seguradoras que estão cadastradas na Susep (Superintendência de Seguros Privados), órgão ligado ao Ministério da Fazenda, responsável pela autorização, fiscalização e controle do mercado de seguros.

Acima de tudo, as empresas que não estão cadastradas na SUSEP não podem comercializar seguros ou serviços similares. Essas empresas são o que a própria Susep chama de “seguros piratas”, em outras palavras, ilegalmente.

Eventualmente muita gente tem recorrido ao “seguro pirata” pelo fato de ser “mais barato” do que os seguros automotivos. Logo, como consequência o número de pessoas lesadas tem aumentado. Por isso, não se engane com os preços baixos da “proteção veicular”, pois o barato pode sair caro.

Diferença entre Seguro e Proteção Automotiva

Antes de mais nada, segundo uma nota da Susep, atualmente as associações e cooperativas estão comercializando ilegalmente seguros de automóveis com o nome de “proteção veicular”.

Ou seja, o consumidor por vezes opta pelas associações ou empresas não reguladas e não autorizadas em função do preço, que pode ser até 70% mais barato que os seguros regulares.

Contudo a Susep tem agido com rigor juntamente com a Polícia Federal para afastar as cooperativas e associações do mercado. Desse modo mais de 80 empresas já foram multadas até metade do ano de 2016, por oferecerem seguros piratas.

Seguro Auto

O Seguro Auto é comercializado por corretores credenciados e fiscalizados pela Susep. Desse modo, o seguro auto, uma seguradora assume os riscos do bem segurado em troca de um prêmio que deverá ser pago pelo segurado.

Sobretudo o seguro se baseia em cálculos atuariais que permitem a previsão de ocorrências, fixação prévia do prêmio e constituição de reservas.

Adesão

Eventualmente, quando um seguro auto for contratado, o seguro deve ser feito através de um corretor. Após a contratação do mesmo, será realizada uma inspeção no veiculo. Após esse processo a seguradora irá avaliar se aceita o risco ou não. Ela tem até 15 dias para recusar ou aceitar a sua proposta. Além disso, a apólice entrará em vigor após o pagamento da primeira parcela do seguro.

Apólice

Logo após a aceitação do seguro, é emitida a apólice na qual estão descritas todas as coberturas, responsabilidades, deveres, tanto da seguradora como do segurado.

Custo

Logo depois uma análise do perfil do segurado e dados do veículo, é calculado um prêmio que o segurado deverá pagar à seguradora. Eventualmente esse valor pode ser pago de uma única vez ou parcelado. O valor varia muito de acordo com CEP, idade do condutor, tempo de carteira, modelo do veículo, etc.

Regulamentação

O seguro auto é regulamentado pela Susep e segue legislação vigente. Nesse ínterim também é supervisionado pelo Ministério da Fazenda e passa por constante fiscalização.

Coberturas

Por fim, são comercializadas coberturas básicas como Incêndio, Colisão, roubo, furto, danos a terceiros e demais coberturas adicionais como carro extra e cobertura de vidros.

Proteção Automotiva

Programa de Proteção teria como cerne o rateio de prejuízos, bem como quantos forem e depois de constatadas as ocorrências, não havendo qualquer tipo de reserva de valores.

Adesão

Ao contrário do seguro auto, já a proteção veicular muitas vezes não há a necessidade de inspeção veicular e logo após a assinatura do contrato, a proteção já entra em vigor.

Apólice

De antemão a proteção veicular não há apólice. É feito somente um contrato onde todos os associados tem a responsabilidade mútua sobre o veículo. Então desta forma, todos os riscos são divididos entre os envolvidos.

Custo

Eventualmente o preço cobrado das associações ou cooperativas é sempre mensal. Dessa forma, o valor corresponde à taxa de administração e rateio dos valores pagos no mês anterior para o pagamento de sinistros.

Por vezes a proteção veicular pode ser encontrada a partir de R$ 85,90 mensais.

Regulamentação

Não há nenhum tipo de regulação específica na proteção veicular, ou seja, não é fiscalizado por nenhum órgão.

Coberturas

Por fim, as coberturas contratadas nas associações e cooperativas normalmente são sempre as básicas, então elas não contam com as coberturas adicionais.

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Seguro Auto pode ficar mais barato com adaptações

Seguro Auto pode ficar mais barato!

Seguro Auto pode ficar mais barato em até 44% com adaptações.

“A possibilidade de escolher as coberturas e assistências que realmente precisa, seja na contratação do seguro ou ao longo da vigência, são fundamentais para que o cliente possa pagar o preço justo pelo momento que vive”, diz Arthur Carvalho, diretor de operações da Youse, plataforma de venda de seguros on-line da Caixa Seguradora.

Para ajudar a escolher as vantagens de um seguro automotivo flexível e customizado, e economizar, Arthur Carvalho listou quatro dicas. Confira:

1 – Reflita sobre a rotina deutilização do veículo

Alguns dos principais aspectos a considerar na contratação do seguro ou reavaliar ao longo da vigência da apólice são: a finalidade do veículo, se para passeio e deslocamento ao trabalho (uso particular) ou para uso comercial, motorista de aplicativo etc. Depois, a frequência de uso do carro.
Com a quarentena, por exemplo, muitas pessoas deixaram de usar o veículo com a mesma frequência ou de usá-lo para ir ao trabalho.

“Se o veículo praticamente não tem rodado, o cliente pode avaliar se a cobertura de colisão (perda total e parcial), e a de danos materiais são necessárias para o momento”, afirma Carvalho. Uma adaptação nessas coberturas, poderia implicar em, em média, 44% de economia no preço total do seguro, segundo estimativas da Youse e conforme o perfil do motorista.

Com a rotina usando o veículo, fica mais fácil o cliente analisar os serviços contemplados no seguro auto. “Se o cliente passa parte do dia no trânsito, existe uma maior probabilidade de colisão ou, dependendo da região, pode haver mais chances de o veículo ser roubado. Já se o cliente praticamente só sai aos fins de semana, mas o veículo passa grande parte da semana estacionado na rua, o risco de colisão reduz, mas a probabilidade de um furto aumenta”, exemplifica.

Para essas situações, coberturas de colisão, danos materiais, roubo e furto e as assistências de guincho e panes mecânicas, oferecem atendimento para essas principais ocorrências e necessidades.

2 – Avalie as coberturas e assistências
do Seguro Auto

Coberturas e assistências são complementares, portanto, dependendo do que o cliente optar, estará aumentando ou diminuindo a sua capacidade de evitar arcar com custos ou responsabilidades inesperadas.

Mas caso o cliente precise adaptar os custos do seguro às suas condições econômicas, a recomendação de Carvalho é “refletir sobre quais situações de risco e necessidades de serviço ele está, respectivamente, mais exposto e disposto a utilizar em caso de imprevistos

Nesta revisão, também é importante avaliar os limites de valores contratados e a quantidade de utilizações, pois interferem no preço e na sua proteção”, explica.

Também é importante entender, com clareza, o que cada cobertura oferece em termos de proteção e serviços. “Por exemplo, se o cliente roda com seu veículo apenas dentro da sua cidade, por que pagar por uma assistência de guincho com deslocamento ilimitado? Provavelmente uma cobertura de 100 km será mais do que suficiente, e seu custo com o seguro menor”, explica.

“Por outro lado, se o cliente viaja de carro com frequência, a recomendação é que o plano inclua assistência guincho com limites entre 300 e 500 km, com auxílio em caso de pane mecânica e retorno para sua residência”, indica Carvalho.

3 – Considere suas prioridades

As coberturas de roubo e furto e colisão são as mais consumidas e procuradas pois, combinadas, garantem ampla proteção aos clientes no caso de necessidade de reparação ou indenização integral.

”Já se o cliente prefere apenas ter cobertura para danos que causar a outros bens e se responsabilizar, por conta própria, pelo conserto do seu veículo, cabe uma cobertura apenas para danos materiais a terceiros, na qual sugiro um valor mínimo de R$ 50 mil de cobertura”, diz. Há ainda a cobertura de danos corporais, caso pessoas venham a se ferir no acidente.

4 – Opte por um seguro personalizável e com facilidade de pagamento

Desde o início do isolamento social, a Youse disponibilizou um pacote de seguro auto específico para a quarentena, composto por coberturas mais básicas como roubo, furto, incêndio e assistência guincho, uma vez que as pessoas estão saindo menos de casa.

Mesmo assim é possível incluir mais opções de coberturas ou assistências, conforme as necessidades e valor que cabe no bolso.

“Esse ano nos mostrou o quanto nossas vidas e necessidades mudam a todo o momento, e como a possibilidade de se adaptar rapidamente é importante para evitar gastos desnecessários e prezar por qualidade de vida”, afirma Carvalho.

Fonte: Valor Investe

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Os riscos de contratar uma cooperativa: O guia definitivo

Riscos de Contratar Uma Cooperativa Veicular

Este é o guia definitivo para que você entenda quais os riscos de contratar uma cooperativa veicular. Fique atento para não cair nas ciladas quando for pagar pelo seguro de seu carro.

Aqui no blog já escrevi um pouco sobre as cooperativas veiculares e o seguro normal. Nos posts expliquei o que significa cada um e fiz uma listagem com as principais diferenças.

Também chamei sua atenção para tomar todo o cuidado na hora de contratar um seguro. Todas as informações você poderá obter no seguinte arquivo:

Qual a diferença de cooperativa de veículos e um seguro veicular normal.

O que são essas cooperativas de veículo?

As cooperativas de veículos referem a um grupo de pessoas que se juntam para criar e manter um fundo financeiro com o intuito de indenizar sinistros.

Apesar da ideia ser muito boa, infelizmente não existem garantias como as que você encontra em uma seguradora que oferece um seguro veicular normal.

De forma muito básica, as cooperativas ou associações veiculares oferecem a proteção de seu veículo a partir de uma indenização quando ocorre algum sinistro, mas nada de forma legal.

As cooperativas têm atraído muita gente, isso porque garantem valores mais baixos e os mesmos serviços prestados por uma seguradora autorizada pela SUSEP.

Então, os membros desse grupo pagarão mensalmente uma taxa, cujo valor arrecadado servirá para cobrir as despesas diante de alguma necessidade relativa a um veículo de algum membro.

Infelizmente nem tudo acontece conforme planejado. O valor arrecadado irá depender da quantidade de membros que colaboram mensalmente.

Isso significa que quando acontece algum sinistro, poderá não ter em caixa um valor suficiente para indenização.

Quais Os Riscos de Contratar Uma Cooperativa Veicular

Você viu logo acima que o grande risco é não ter dinheiro suficiente em caixa para pagar as despesas diante de algum sinistro que ocorrer.

Porém, cabe destacar que não se resume a apenas esse risco. Existem muitas situações que você ficará na mão caso faça a opção pelo seguro de uma cooperativa veicular.

Na sequência, vou fazer a listagem dos principais riscos que você irá correr se contratar a proteção veicular em uma cooperativa de veículo.

Riscos no Contrato de uma Cooperativa Veicular;

Ilegalidade na operação e comercialização de seguros;

O título deste item já é suficiente para chamar totalmente sua atenção. Afinal, ninguém quer ser amparado por uma operação ilegal.

A verdade é que para uma seguradora operar dentro do comércio de seguros é preciso ter autorização da SUSEP, que é a Superintendência de Seguros Privados.

Trata-se de um órgão do Governo Federal criado para fiscalização, controle e normatização do mercado de seguros no Brasil.

Destaco que as cooperativas de veículo não são autorizadas pela SUSEP para comercializar Seguros. É justamente por esta razão que existe ilegalidade na operação.

De acordo com a SUSEP, qualquer Associação ou Cooperativa que oferecer proteção veicular para uma pessoa, está fora da lei.

O grande problema nisso é que caso exista algum problema ao longo da operação, então o membro não poderá se defender judicialmente.

Não Existem Garantias Que Deixe Você Seguro

Por incrível que pareça as cooperativas não oferecem as garantias que possam deixar você totalmente seguro, mesmo que esteja pagando normalmente de forma mensal.

O que é comum acontecer é que em algum sinistros, sejam eles os acidentes, os roubos, os assaltos ou incêndios, o proprietário do veículo não terá a proteção necessária diante dessas situações.

A verdade é que um seguro através de uma associação veicular não oferece as garantias que uma seguradora autorizada pode oferecer.

As seguradoras oficiais possuem atendimento todos os dias e em qualquer hora. Porém, o mesmo não acontece com as associações veiculares.

Por se tratar de uma instituição bem menor, com pouca infraestrutura, então não existe pessoal apto e disponível para atender todos os dias e em qualquer hora.

Como um sinistro não tem data e hora para ocorrer, poderá acontecer que você fique na mão no momento em que mais precisar da cooperativa veicular.

 

Resumindo

Neste guia definitivo você aprendeu quais os riscos de contratar uma cooperativa veicular. Esses vão desde a ilegalidade da operação até o fato de você ficar sem atendimento quando mais precisar.

Por esta razão, é sempre bom você ficar atento antes de bater o martelo sobre a contratação de um seguro veicular.

Nossa indicação é que você faça opção pela seguradora autorizada pela SUSEP. Assim, você, seu veículo e terceiros estarão devidamente assegurados e garantidos.

A gente vai ficando por aqui em mais um post informativo. Vale lembrar que a Mais Credit Consultoria trabalha para te ajudar em problemas relativos aos seus contratos e veículos.

Se precisar de uma ajudinha para quitar seu contrato de financiamento veicular, ou para recuperar o seu veículo apreendido, então não perca tempo e fale com nossos consultores.

Não existe amparo no Código de Defesa do Consumidor.

Qualquer consumidor poderá se valer do Código de Defesa diante de uma situação em que se sentir injustiçado. Porém, existe exceções.

A grande exceção é quando você faz uma operação em que está amparada no código de defesa do consumidor. Esse é o caso de contratar um seguro em uma seguradora do tipo cooperativa.

Isso se explica justamente pelo fato de que estas instituições agem fora da lei, sem sequer das as explicações necessárias para seus membros, como por exemplo, informar datas para indenização.

Imagine que uma seguradora oficial tem estabelecido um prazo de reembolso de 30 dias, e a SUSEP estará em cima fiscalizando o cumprimento desta regra.

Porém, como não existe autorização para uma associação funcionar, então a SUSEP não terá como verificar o cumprimento de prazos por parte de uma cooperativa veicular.

Sabe o que isto pode significar ainda mais? Que para você ser indenizado poderá esperar muito tempo, ou seja, muito além daqueles 30 dias que uma seguradora oficial oferece.

O problema pode se estender ainda mais: Existem casos em que determinado membro nem sequer foi indenizado!

O fluxo de caixa é variável

A SUSEP exige que as seguradoras oficiais tenham em caixa o suficiente para arcar com seus compromissos diante dos sinistros ocorridos com seus segurados.

Isso significa que uma seguradora só poderá operar com a venda de apólices de seguro se tiver em caixa os recursos necessários para indenizar os clientes.

Porém, com as cooperativas veiculares a coisa é diferente. Não existe regulamentação nesse sentido, e por esta razão essas instituições não possuem uma reserva de caixa. 

Isso significa que você só receberá indenização caso exista algum valor em caixa. Vale destacar que mesmo existindo valores, mas se for abaixo dos gastos, então você não receberá o equivalente ao que deveria receber.

Possibilidade de falir a qualquer momento

Como em uma cooperativa veicular não existe fluxo permanente de caixa, então certamente um dos grandes riscos de contratar uma cooperativa desse tipo é a possibilidade de perder tudo diante de uma falência.

Isso pode ser explicado pela falta de dinheiro em caixa, ou ainda pela má administração da associação.

O atendimento deixa a desejar

As seguradoras oficiais possuem atendimento todos os dias e em qualquer hora. Porém, o mesmo não acontece com as associações veiculares.

Por se tratar de uma instituição bem menor, com pouca infraestrutura, então não existe

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7 seguros inusitados

7 Dicas para contratar o melhor seguro

Contrate um corretor de sua confiança e que seja cadastrado na Susep.

Contrate um corretor de sua confiança e que seja cadastrado na Susep.

Conheça todas as coberturas que estão sendo contratadas e não se esqueça de ler toda a proposta antes de assinar.

Não omita informação alguma. Pois, caso tenha uma indenização ou precisar acionar o seguro e suas informações estiverem divergentes, a seguradora pode recusar a indenização. Se for descoberta pela seguradora alguma informação falsa ou omitida, você pode perder todos os direitos do serviço, inclusive seu dinheiro investido.

Pesquise sempre as opções oferecidas pelo mercado e garanta que não está pagando mais do que necessita. Compare propostas de seguradoras diferentes, pois, uma pode apresentar um prêmio mais barato que outro.

Aproveito os benefícios que a assistência 24 horas oferece. Geralmente as seguradoras oferecem um leque de serviços voltados ao veículo e a sua residência, para auxiliar em diversas situações. Consulte sua apólice e não perca essa vantagem.

Faça questão de saber quanto irá pagar de franquia em caso de um sinistro, para depois não ter surpresas.

Evite tomar multas e perder pontos na carteira. As seguradoras costumam conceder descontos na hora de realizar o seguro.

Como se precaver

Busque no site da Susep da SUSEP (susep.gov.br) o nome da empresa. Se não tiver registrado, não pode vender seguro legalmente e você corre o risco de não receber a indenização em caso de sinistro;

Pesquise nos sites de reclamação do consumidor, como Reclame aqui, a reputação da empresa;

Proteção Automotiva

Desconfie se o vendedor evitar palavras como “seguro” e “apólice” e utilize termos como “assistência veicular”, “cooperativa sem fins lucrativos” e “proteção veicular”.

Faça seguro com corretor cadastrado na Susep. Com certeza ele deverá realizar cotações somente em seguradoras confiáveis.

Conclusão

Toda atenção é necessária na hora de realizar um seguro auto. Muito cuidado com as associações e cooperativas que estão comercializando ilegalmente seguros de automóvel com nome de “proteção veicular”.

A única forma legal dessas associações e cooperativas atuarem é como estipulantes de contratos de seguros. Neste caso, contratando apólices coletivas de seguros junto a sociedades seguradoras devidamente autorizadas pela SUSEP, passando a representar seus associados e cooperados como legítimos segurados.

Se você procura um seguro confiável para assegurar seu veículo, consulte o nome da sociedade seguradora no site da Susep (susep.gov.br) e leia as condições gerais do seguro.

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10 carros mais econômicos

Conheça os 10 carros mais econômicos do Brasil em 2022

O Inmetro divulgou o ranking dos modelos com os menores consumos de combustíveis do País.

Uma das características que sempre é levada em conta ao escolher um carro, podendo até ser decisiva em uma compra, é a economia de combustível.

Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) divulgou o ranking de consumo com os automóveis de 2020 do Brasil, incluindo até lançamentos recentes, como o Chevrolet Onix Plus que ocupa a primeira posição.

 

Em março, uma atualização no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) do Inmetro/Conpet deu um título surpreendente à dupla Chevrolet Onix e Onix PlusOs dois modelos se tornaram os carros flex mais econômicos do Brasil, superando até mesmo os híbridos.

 

A medição é feita em MJ/km (megajoules por quilômetro) e em km/l, entregando o quanto de energia é necessário para que o carro funcione. A nota “A” é atribuída aos carro com melhor eficiência, enquanto a “E” fica para os que tiveram pior desempenho na categoria. Vale lembrar que a lista considera apenas a versão com menor consumo de cada modelo. Veja quais são os 10 carro mais econômicos de 2020 no Brasil

 

1 – Renault Kwid Zen 1.0

Flex manual 5 marchas (Nota B)
Consumo energético – 1,36 MJ/km
Consumo cidade – 10,8 km/l (etanol)
Consumo estrada – 11 km/l (etanol)
Consumo cidade – 15,3 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 15,7 km/l (gasolina)

2 – Peugeot 208 Like 1.0

Flex manual 5 marchas (Nota B)
Consumo energético – 1,37 MJ/km
Consumo cidade – 10,4 km/l (etanol)
Consumo estrada – 11,3 km/l (etanol)
Consumo cidade – 14,7 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 16,3 km/l (gasolina)

3 – Chevrolet Onix Plus LT 1.0 

Flex manual 6 marchas (Nota B)
Consumo energético – 1,38 MJ/km
Consumo cidade – 9,6 km/l (etanol)
Consumo estrada – 12,5 km/l (etanol)
Consumo cidade – 13,8 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 17,6 km/l (gasolina)

4.  Chevrolet Onix 1.0 

Flex manual 6 marchas (Nota B)
Consumo energético – 1,42 MJ/km
Consumo cidade – 9,5 km/l (etanol)
Consumo estrada – 12 km/l (etanol)
Consumo cidade – 13,8 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 16,6 km/l (gasolina)

5 – Volkswagen Polo 170 TSI 1.0

Turbo manual 5 marchas (Nota B)
Consumo energético – 1,42 MJ/km
Consumo cidade – 9,6 km/l (etanol)
Consumo estrada – 1,6 km/l (etanol)
Consumo cidade – 13,8 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 16,5 km/l (gasolina)

 

Com o aumento sucessivo no preço dos combustíveis, ter um veículo mais econômico
se tornou uma preocupação para os motoristas brasileiros.

6 – Fiat Argo Drive 1.0

Flex Manual 5 marchas (Nota B)
Consumo energético – 1,43 MJ/km
Consumo cidade – 9,8 km/l (etanol)
Consumo estrada – 11 km/l (etanol)
Consumo cidade – 14,1 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 15,8 km/l (gasolina)

7. Hyundai HB20 Platinum 1.0

Turboflex Manuel 6 marchas (Nota B)
Consumo energético – 1,47 MJ/km
Consumo cidade – 9,5 km/l (etanol)
Consumo estrada – 10,9 km/l (etanol)
Consumo cidade – 13,7 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 15,5 km/l (gasolina)

8. Volkswagen Voyage 1.0

Flex manual 5 marchas (Nota B)
Consumo energético – 1,47 MJ/km
Consumo cidade – 9,5 km/l (etanol)
Consumo estrada – 10,9 km/l (etanol)
Consumo cidade – 13,8 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 15,5 km/l (gasolina)

9 – Renault Sandero S Edition 1.0

 Flex manual 5 marchas (Nota B)
Consumo energético – 1,48 MJ/km
Consumo cidade – 10 km/l (etanol)
Consumo estrada – 10,2 km/l (etanol)
Consumo cidade – 13,9 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 14,7 km/l (gasolina)

10 – Volkswagen Gol 1.0 

flex manual 5 marchas (Nota B)
Consumo energético – 1,49 MJ/km
Consumo cidade – 9,4 km/l (etanol)
Consumo estrada – 10,7 km/l (etanol)
Consumo cidade – 13,7 km/l (gasolina)
Consumo estrada – 15,2 km/l (gasolina)

Revista Auto Esporte.

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Mulheres dirigem melhor do que os homens

Mulheres dirigem melhor do que os homens, diz seguradora.

Elas dirigem melhor do que eles mesmo?

Uma empresa britânica decidiu analisar alguns dados de condução e concluiu que, apesar dos homens passarem mais tempo na estrada, são elas quem dirigem melhor.

Elas são mais seguras no trânsito.

Entre os condutores menos seguros se encontram os funcionários de armazém, os diretores de empresas e os assistentes de call center. Já os mais cautelosos são os gerentes e os aposentados, diz o The Telegraph.

Mas na hora de escolher o perfil mais seguro de todos, é o sexo feminino que se destaca: mulher, entre os 46 e os 50 anos, acompanhada por crianças. Para um perfil mais completo, a empresa diz que a condutora mais segura é uma engenheira de software com um Honda vermelho.

Já eles, nem tanto....

O pior condutor é descrito como um homem, entre os 21 e os 25 anos, sem filhos, gerente e condutor de um Audi.

Continuando na onda dos perfis, o estudo indica que os condutores de carros a gasolina são melhores do que aqueles que possuem veículos movidos a diesel, e quem tem crianças no carro tende a adotar um estilo de condução mais prudente, diz ainda o estudo. Os condutores mais cautelosos conduzem carros de marcas como Chevrolet, Skoda ou Volvo, enquanto os mais aventureiros optam por Audi ou Daewoo

Quanto ao tempo de condução, “os homens têm uma quilometragem anual média de 11.271 quilómetros, mais 907 quilómetros do que as mulheres”, que, em média, fazem 10.364 quilómetros ao volante, diz a empresa, citada pelo The Telegraph.

Conclusão.

Quanto ao tempo de condução, “os homens têm uma quilometragem anual média de 11.271 quilómetros, mais 907 quilómetros do que as mulheres”, que, em média, fazem 10.364 quilómetros ao volante, diz a empresa, citada pelo The Telegraph.

Em média, continuam as conclusões do estudo, “os homens têm mais tempo de condução do que as mulheres e, curiosamente, eles gastam uma boa parte desse tempo acelerando”. Algo justificado pelo fato de conduzirem em momentos “mais arriscados” e com “mau tempo”.

 

Fonte: LIFESTYLE Ao Minuto

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Seguro Hacker e Crimes Cibernéticos: Saiba como se proteger!

Seguro Hacker e Crimes Cibernéticos: Saiba como se proteger!

Você sabe o que é e como funciona o Seguro hacker ou Seguro cibernético

O Seguro Hacker ou Seguro Cibernético está dentro de responsabilidade civil o  seguro tem como principal objetivo a proteção contra ciberataques como por exemplo, vazamento de dados, danos causados ao sistema por esses ataques de hackes e golpes digitais que são cada vez mais frequentes. No Brasil, segundo a pesquisa da  CNNB RASIL são 31,5 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos a empresas, e lidera em 2° lugar no ranking mundial de ataques cibernéticos.
A falta desse tipo de seguro pode causar danos irreversíveis a empresa e nos piores casos, levar até mesmo a falência pelo alto custo de problemas causados.

Coberturas desse seguro

O ideal é mapear os riscos possíveis e trabalhar em cima disso, após esse levantamento, a corretora analisa e as seguradoras definem se assumirá os riscos. As principais coberturas para esse seguro cibernéticos  são:

– Garantia  para  o  segurado

Cobre as despesas necessárias para a recuperação desses dados afetados, como por exemplo perito forense, pessoas contratadas para investigar a origem desse hacker, restituição de imagem, custos para a recuperação e restauração de dados da empresa.

– Cobertura  a  terceiros.

No caso de vazamento de dados ou corporativos que a empresa precise indenizar clientes que tiveram seus dados expostos.

 As  principais  coberturas  incluem:

–  Responsabilidade cibernética,
– Custo de defesa
– Investigação administrativa,
– Reclamação PCI-DSS  (Reclame aqui),
–  Responsabilidade na mídia e multas e penalidades administrativas.
– Exposição pública de dados privados da empresa
–  Transmissão de dados de terceiros por software não autorizados ou vírus.
– Roubo ou furto de informações de acesso nas instalações ou sistema de computador

Coberturas  adicionais
Além dessas principais coberturas, existem também as coberturas adicionais que vão de acordo com a sua necessidade, contudo varia de cada seguradora pois cada uma tem as suas exigências, são eles:

– Atendimentos emergências de até 24h realizadas pela corretora e otimizando o tempo de resposta em relação ao incidente, e nós da Tatu do Seguro, podemos te ajudar nessa situação tão importante.
– Despesas de reparação  e notificações
– Custos de responsabilidade por tributos
– Coberturas para processo LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais)
– Proteção de terrorismo cibernéticos

Contando com os benefício e segurança, o consultor informará ao cliente que a empresa tem essa proteção contra riscos cibernéticos, você terá maior confiabilidade e faz com que a probabilidade de fechar o seguro na sua empresa seja mais alta.

Aqui na tatudoseguro podemos te ajudar a proteger a sua empresa, com uma equipe completa de consultores altamente qualificados para tirar todas as suas dúvidas e preparar seu seguro contra Hackers e crimes cibernéticos.

Fale com um de nossos especialistas pelo Whatsapp!

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O que é um sinistro?

O que é um Sinistro?

Afinal o que é Sinistro?

Sinistro é quando você bate o seu carro de forma involuntária e tendo sido contratado a cobertura para colisões, ou seja é um acidente que causa danos ou prejuízos a um bem segurado e, por isso, o termo está presente na apólice do seguro. Acima de tudo, não importa a forma do acontecimento, se de maneira súbita, involuntária ou imprevista. Primordialmente todos os danos causados pelas situações cobertas na apólice são indenizados ao contratante. O sinistro pode ser considerado parcial ou integral, nesse sentido, tudo depende do dano causado. A perda parcial acontece quando o veículo pode ser reparado. Já o sinistro integral (perda total) é quando o carro não pode ser recuperado, seja por motivo de roubo ou colisão.

Dicas de o que se fazer caso haja sinistro:
Bateram no meu carro. Devo acionar o seguro?

Acima de tudo, se seu veículo se envolvido numa colisão em que o provocador não pode ser determinado e não houver declaração de culpa do outro motorista, possivelmente você precisará acionar o seu seguro para ter seu veículo reparado. Nesse sentido, avise ao seu Corretor. Durante a comunicação, realize o agendamento da vistoria na oficina em que seu carro será reparado. Lembrando que ao escolher uma oficina referenciada, você terá direito a benefícios e descontos na franquia ou, então, a um carro extra. Depois de enviadas, as informações passam por uma equipe de análise para a constatação das coberturas. Em em seguida, o veículo é vistoriado e liberado para reparo.

Bateram no meu carro e sou o terceiro, quais informações devo pedir para contatar o seguro da outra pessoa?

A principio se seu veículo foi atingido por outro e incontestavelmente você não teve culpa no acidente, então, você é considerado “terceiro” e também tem direito à cobertura pelo seguro do motorista que provocou o acidente. Contudo, converse com o outro motorista e anote corretamente seus dados, como nome, endereço e o número da carteira de habilitação. Busque coletar o maior número de dados e não se esqueça de consultar sobre os dados do seguro, para que você possa entrar em contato e registrar o aviso de sinistro de terceiro à seguradora. Por fim, depois de apresentar o boletim de ocorrência (B.O.) e os documentos necessários, você será encaminhado para uma oficina credenciada que fará os reparos.

Bati o carro

Caso você tenha batido o carro, se não conseguir ligá-lo, de antemão, entre em contato com a seguradora para que o veículo seja guinchado. Posteriormente, siga o mesmo procedimento citado acima: realize o agendamento da vistoria na oficina em que seu carro será reparado. Em suma, as informações passarão por análise para depois o veículo ser liberado para reparo.

Roubaram meu carro

Em caso de roubo ou furto do veículo, ligue 190, avise a polícia militar e faça imediatamente o boletim de ocorrência (B.O.) logo após o ocorrido. Em seguida, avise o seu Corretor e a seguradora para que as equipes de análise façam a constatação das coberturas. Logo depois, a equipe responsável entrará em contato com você para comunicar todos os documentos que devem ser enviados. Assim, o processo de sinistro é finalizado e a indenização* é liberada. *A indenização é creditada na conta informada pelo cliente. Logo, vale lembrar que quando o acidente acontecer em vias urbanas é preciso ir à Delegacia de Polícia Civil mais próxima ao local. Do contrário na estrada, procure a Polícia Rodoviária Federal e, se alguém estiver ferido ou então ocorrerem danos aos bens de terceiros, o Boletim de Ocorrência é obrigatório.

Fonte: Porto Seguro

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Procura por seguro de celular aumenta, mas consumidor deve ficar atento a armadilhas no contrato

Procura por Seguro de Celular aumenta, mas você deve ficar atento a armadilhas.

Fique ligado nas armadilhas com estas dicas !

Aumento de Seguro de Celular

Sobretudo no Estado de São Paulo, com a flexibilização da quarentena, o número de roubos de celulares cresceu 60%. Nesse sentido, fez com que os consumidores procurassem a contratação de seguros para os aparelhos. Em seguida um estudo de uma plataforma de vendas de seguros online mostrou um crescimento de 15% desse tipo de serviço. Porém, antes de fechar um contrato desses, é importante saber todos os detalhes sobre a cobertura oferecida

Fique ligado!

Antes de tudo, o preço do seguro varia de 20% a 30% do valor do aparelho e vale pelo período de um ano. Contudo em caso de furto ou roubo, a cobertura é total. Em uma corretora de seguros, que atende o país inteiro, mas tem escritório em Rio Preto, o número de contratos só neste início de ano aumentou 300%. Em seguida, na região de Rio Preto, o aumento foi de 50%. “Nós temos hoje no mercado aparelhos celulares muito sofisticados, com preços muito agressivos, e todo seguro compensa à medida que ele te livra de um prejuízo inesperado”, explica o diretor executivo da corretora Carlos Alessandro Gomes. Então, com o aumento da procura, a corretora acredita que até o fim do ano o crescimento da procura no noroeste paulista possa ser maior, de até 80%.

O sonho de Gabriela Rodrigues era um smartphone. A mãe gastou R$ 1 mil no aparelho e como muitas amigas da filha já tiveram o celular roubado, Daniela não quis arriscar. “Comprei o celular, que já achei bem caro e o seguro me deixou menos preocupada, por não ter problemas de ser roubada. É um investimento muito bem gasto, eu fico tranquila e ela também”, explica a mãe Daniela Rodrigues.

Em conclusão, a Secretaria de Segurança Pública disse que toma medidas para combater o roubo de celulares, entre elas, existe determinação para que a própria polícia ligue paras operadoras para bloquear os aparelhos roubados.

Fonte: R7.com

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Os Riscos de Contratar Uma Cooperativa Veicular: O Guia Definitivo

Os Riscos de Contratar Uma Cooperativa Veicular: O Guia Definitivo

Este é o guia definitivo para que você entenda quais os riscos de contratar uma cooperativa veicular. Fique atento para não cair nas ciladas quando for pagar pelo seguro de seu carro.

Aqui no blog já escrevi um pouco sobre as cooperativas veiculares e o seguro normal. Nos posts expliquei o que significa cada um e fiz uma listagem com as principais diferenças.

Também chamei sua atenção para tomar todo o cuidado na hora de contratar um seguro. Todas as informações você poderá obter a partir dos seguintes artigos:

O que são cooperativas de veículos

Qual a diferença de cooperativa de veículos e um seguro veicular normal

O que são essas Cooperativas de veículo?

As cooperativas de veículo referem a um grupo de pessoas que se juntam para criar e manter um fundo financeiro com o intuito de indenizar sinistros.

Apesar da ideia ser muito boa, infelizmente não existem garantias como as que você encontra em uma seguradora que oferece um seguro veicular normal.

De forma muito básica, as cooperativas ou associações veiculares oferecem a proteção de seu veículo a partir de uma indenização quando ocorre algum sinistro, mas nada de forma legal.

As cooperativas têm atraído muita gente, isso porque garantem valores mais baixos e os mesmos serviços prestados por uma seguradora autorizada pela SUSEP.

Então, os membros desse grupo pagarão mensalmente uma taxa, cujo valor arrecadado servirá para cobrir as despesas diante de alguma necessidade relativa a um veículo de algum membro.

Infelizmente nem tudo acontece conforme planejado. O valor arrecadado irá depender da quantidade de membros que colaboram mensalmente.

Isso significa que quando acontece algum sinistro, poderá não ter em caixa um valor suficiente para indenização.

Quais Os Riscos de Contratar Uma Cooperativa Veicular

Você viu logo acima que o grande risco é não ter dinheiro suficiente em caixa para pagar as despesas diante de algum sinistro que ocorrer.

Porém, cabe destacar que não se resume a apenas esse risco. Existem muitas situações que você ficará na mão caso faça a opção pelo seguro de uma cooperativa veicular.

Na sequência, vou fazer a listagem dos principais riscos que você irá correr se contratar a proteção veicular em uma cooperativa de veículo.

Riscos No Contrato de Uma Cooperativa Veicular

Ilegalidade Na Operação e Comercialização De Seguros

O título deste item já é suficiente para chamar totalmente sua atenção. Afinal, ninguém quer ser amparado por uma operação ilegal.

A verdade é que para uma seguradora operar dentro do comércio de seguros é preciso ter autorização da SUSEP, que é a Superintendência de Seguros Privados.

Trata-se de um órgão do Governo Federal criado para fiscalização, controle e normatização do mercado de seguros no Brasil.

Destaco que as cooperativas de veículo não são autorizadas pela SUSEP para comercializar Seguros. É justamente por esta razão que existe ilegalidade na operação.

De acordo com a SUSEP, qualquer Associação ou Cooperativa que oferecer proteção veicular para uma pessoa, está fora da lei.

O grande problema nisso é que caso exista algum problema ao longo da operação, então o membro não poderá se defender judicialmente.

Não Existem Garantias Que Deixe Você Seguro 

Por incrível que pareça as cooperativas não oferecem as garantias que possam deixar você totalmente seguro, mesmo que esteja pagando normalmente de forma mensal.

O que é comum acontecer é que em algum sinistros, sejam eles os acidentes, os roubos, os assaltos ou incêndios, o proprietário do veículo não terá a proteção necessária diante dessas situações.

A verdade é que um seguro através de uma associação veicular não oferece as garantias que uma seguradora autorizada pode oferecer.

Não existe amparo no código de Defesa Do Consumidor

Todos os consumidores podem usar defesas em situações em que sentem que estão sendo tratados injustamente. No entanto, existem exceções.

A grande exceção é se você estiver efetuando uma transação que não esteja prevista na codificação de Defesa do consumidor. É um caso de obtenção de seguro em uma companhia de seguros cooperativa.

Isso pode ser explicado pelo fato de essas instituições atuarem à margem da lei sem sequer fornecer aos seus membros as informações necessários, por exemplo, informando-os sobre as datas de compensação.

Imagina que seguradora oficial estabeleceu um prazo de reembolso de 30 dias e a SUSEP pode verificar o cumprimento dessa regra.

No entanto, como não há homologação da associação, a SUSEP não pode verificar o cumprimento dos prazos por uma cooperativa de veículos.

Você sabe o que isso pode significar mais? Que você pode esperar muito tempo pela indenização, muito além dos 30 dias que seguradora oficial oferece.

O problema pode ir além. Mesmo as recompensas de certos membros podem não ser pagas.

O fluxo de caixa é variável

A SUSEP exige que as seguradoras formais tenham liquidez suficiente para cumprir seus compromissos em caso de sinistro com seus segurados.

Isso significa que uma seguradora só poderá operar com a venda de apólices de seguro se possuir os recursos necessários para indenizar seus clientes.

Com as cooperativas de veículos, porém, as coisas são diferentes. Não há regulamentação nesse sentido e, por esse motivo, essas instituições não possuem reservas de caixa.

Isto significa que só receberá uma indemnização se houver valor em dinheiro. Deve-se notar que mesmo que existam valores, se forem inferiores ao custo, você não obterá o equivalente ao que deveria estar recebendo.

Possibilidade de falir a qualquer momento

Como em uma cooperativa veicular não existe fluxo permanente de caixa, então certamente um dos grandes riscos de contratar uma cooperativa desse tipo é a possibilidade de perder tudo diante de uma falência.

Isso pode ser explicado pela falta de dinheiro em caixa, ou ainda pela má administração da associação.

Atendimento Deixa a Desejar

As seguradoras oficiais possuem atendimento todos os dias e em qualquer hora. Porém, o mesmo não acontece com as associações veiculares.

Por se tratar de uma instituição bem menor, com pouca infraestrutura, então não existe pessoal apto e disponível para atender todos os dias e em qualquer hora.

Como um sinistro não tem data e hora para ocorrer, poderá acontecer que você fique na mão no momento em que mais precisar da cooperativa veicular.

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